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Metodologia de coleta e atualização

Explicamos como o Quero Licitação transforma publicações oficiais de compras públicas em páginas, alertas e relatórios utilizáveis — sem se passar por portal do governo.

Atualizado em 8 de agosto de 2026

1. Objetivo desta página

Esta metodologia existe para que usuários, jornalistas, parceiros e sistemas de busca (incluindo experiências com IA) entendam a origem e os limites dos dados. Ela é a base das páginas de fontes, relatórios e das landings geográficas de licitações e órgãos.

2. O que o Quero Licitação é (e não é)

Software brasileiro de monitoramento de licitações públicas e inteligência de compras: editais do PNCP e fontes oficiais, alertas no WhatsApp e e-mail, preços de referência, ranking de fornecedores e copiloto de pregão (extensão Chrome, leitura ao vivo).

  • É: software privado de monitoramento, alertas e inteligência de compras públicas.
  • Não é: órgão público, PNCP, Compras.gov.br, nem substituto do ambiente oficial de participação.

3. Fontes de dados

A fonte primária é o PNCP (Portal Nacional de Contratações Públicas), complementada por portais oficiais monitorados (por exemplo Compras.gov.br / Comprasnet, conforme a cobertura vigente). A lista viva está em /fontes.

4. Pipeline de coleta (visão geral)

  1. Descoberta: o crawler identifica novas publicações e atualizações em fontes oficiais.
  2. Ingestão: payloads são normalizados para o schema interno (campos de órgão, modalidade, valores, prazos, itens, documentos quando disponíveis).
  3. Deduplicação: identificadores de controle (ex.: número PNCP) evitam duplicar o mesmo processo.
  4. Classificação: segmentos e metadados auxiliares podem ser enriquecidos (inclusive com modelos de linguagem) para busca e filtros — sem alterar o texto oficial do objeto.
  5. Publicação: registros alimentam busca, alertas, páginas SEO, relatórios e recursos premium (preços, fornecedores).

5. Atualização, cache e frescor

A coleta é contínua, mas as páginas públicas usam cache de borda (tipicamente horas) para performance e custo. Por isso um número em um relatório pode ficar estável por um intervalo curto mesmo com novas publicações no PNCP. Quando exibimos “atualizado em” ou data de publicação, use-os como referência de frescor.

6. O que cada página de licitação deve permitir conferir

Sempre que possível, as páginas de oportunidade e as landings geo devem deixar claro: origem/fonte, identificadores do processo, órgão, modalidade, prazos e link para o portal oficial. Se houver divergência, prevalece a fonte oficial.

7. Limites e responsabilidade

  • Indexar um edital não significa elegibilidade, recomendação ou chance de vitória.
  • Valores estimados e homologados podem ser nulos, sigilosos ou alterados na origem.
  • Classificações internas (segmento) são auxiliares de busca, não categorias legais.
  • Decisões de participação devem seguir o edital e o sistema oficial do certame.

8. Relatórios e rankings

Os relatórios públicos agregam o inventário indexado (por UF, segmento, modalidade). Cada relatório repete a metodologia, a data de geração e oferece exportação CSV. Não use esses números como “dado oficial do governo”.

Perguntas frequentes

O Quero Licitação publica dados oficiais do governo?

Não. Publicamos consolidações e interfaces privadas sobre dados públicos. A fonte oficial de cada processo continua sendo o PNCP ou o portal do órgão.

Com que frequência os dados são atualizados?

O pipeline de coleta roda de forma contínua (monitoramento 24/7). Páginas públicas podem usar cache de algumas horas para performance; o carimbo de atualização aparece quando disponível.

Posso usar os relatórios como estatística oficial?

Não. Relatórios e rankings do Quero Licitação são consolidações analíticas privadas. Para estatísticas oficiais, use portais e órgãos do governo.

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